
É engraçado quando nosso colega ou amigo, ou até nós mesmo passamos por situações confusa-amorosas.
Se liga só nessa história.
Eu estava em casa em um final de tarde qualquer, deitado na minha cama, assistindo a um filme muito engraçado quando de repente meu celular toca: “doce, doce amor. onde tens andado diga por favor. Doce, doce amor”
Pode ri! Eu realmente adoro essa música.
Ela me remete aos tempos de pre´- adolescencia. De quando este homem aqui ainda era um bom rapaz.
De quando eu ainda conseguia acreditar em finais felizes, em juras eternas, em amor pra vida toda.
Enfim, continuemos...
Meu celular toca e eu imediatamente atendo:
Max- quem incomoda?
Gustavo- iai, brother! Sou eu!
Max-quequitapegando?
Gustavo- sabe! Queria falar contigo, pode ser?
Max-claro! Quando?
Gustavo- agora mesmo. Tem como?
Max-fala sério, cara! To no meio de um filme “Mara” e parece que vai já rola uma cena quente de sexo.
Gustavo- poxa, cara! To precisando muito falar contigo um assunto ai sério. E só você é que pode me ajudar, com essa sua compreensão superior, quase divina, pra me orientar.
Putz, meu! Depois desse elogio o peito encheu e acabei me decidindo.
Além do mais, iríamos nós encontrar na beira-rio. Já era final de tarde e é justamente nesse horário ta cheio de gatinhas fazendo Cooper, com seus shortinhos colados , seus umbigos lindos á mostra e sem falar na comisão de frente sofrendo o sobe e desce da gravidade.
Me vesti, pós um tênis e deci pra “beira”. nós encontramos no primeiro banco da primeira lagoa.
desci da “sangue de boi”(nome da moto)
e gritando: quequitapegandodoido?
Ele e cumprimentou e fomos andando...
Gsutavo_ obrigado, Max! Por ter vindo assim tão rápido.
Max- na hora, irmão. Pra isso que serve os amigos. Ou tu acha que eu só vim aqui pra olhar as gatas de shortinho?
Gustavo- não! Claro que não.
Max- então!
Continuamos andando e conversando frivolidadesn e exatamente dez minutos depois ele começou a desabafar.
-Gustavo:
sabe, cara!o baguio é o seguinte. Tu sabe que eu gosto da Inês. Já faz um tempo que nos dois nós conhecemos. Já ficamos juntos inúmeras vezes. Já namoramos e separamos vários vezes, mas gosto muito dela.
Não entendo por que é tão difícil pra gente se acerta e ficarmos bem, já que nós amamos muito.
Momento explicativo da história!
Gustavo e Inês tem um lance antigo. Desses que ensiste em invadir o pressente. Desses que marcam os coraçãozinhos indefesos.deixando cicatrizes difíceis de cicatrizar, e, ainda sim cicatrizadas, doem bastante.
Deixei meus ouvidos ao dispor do meu amigo Gustavo, e os olhos a contemplar os belos corpos das gatas que passavam entre nós.
Depois do meu amigo por tudo pra fora e de ter chorado todas as milongas, me perguntou o que eu achava de tudo isso.
Bom! É agora, pessoal!
O momento que todos esperavam. Segure a respirasão, o guru da sabeoria vai falar:
Max- esquece essa garota, doido!
Esquece essas bobeiras, ela só faz bagunçar a sua cabeça. Tantas donzelas dando mole ai, solteirirnhas, tão sozinhas, loucas pra achar um cara como a gente, que leve elas pra tomar sorvete.
E sei de muitas que dão o maior mole pra você. VI muitas vezes isso acontecer.
E você ai, reclamando da sorte que tem.
Fazendo-se de mártiri do amor.
Há, vá se fuder!
Moral da história pelo guru maxsuel.
Todos sofremos, ou sofreremos por amor um dia, todos.
É a única coisa pela qual ainda vale apena sofrer.
E me contradizendo, digo que não vale apena sofrer por ninguém.
O homem deve viver sob as leis do guerreiro, e como já dizia nosso polêmico Clodovil Hernandes: a dor é inevitável só o sofrimento é alternativo.
P.s. outra moral da história; nunca me peçam conselhos amorosos. Acho que vocês suspeitem o do porque!
By: max

